sábado, 5 de outubro de 2013

Negrinho do Pastoreio



Havia um dono de fazenda ( chamado também de estancieiro ), muito, muito ruim, no tempo em que havia escravidão.

Um menino escravo, pequenino, franzino, era o responsável pelo pastoreio de alguns animais. Aconteceu que em um dia, o menino perdeu o cavalo mais lindo da fazenda, o preferido do patrão.

Ele era muito responsável, procurou, procurou durante muitas horas. Depois que anoiteceu, para ver melhor, pegou um pedacinho de vela e procurou por todos os lugares. Como não encontrou o cavalo baio, ao voltar, apanhou muito, amarrado ao palanque. E de tanto castigo receber, morreu!

No dia seguinte, para surpresa de seu patrão, o menino foi visto correndo pelos campos, montado no belo cavalo perdido.

A partir desse dia, reza a lenda que ao perdermos algo de muito valor, devemos acender uma vela e fazer uma oração ao menino, chamado negrinho dos pastoreio, para que nos ajude a encontrar.

sábado, 13 de julho de 2013

De volta para o aconchego!!!



Após um longo período de recuperação, retorno com total empenho e carinho.

Hoje, morando em Porto Alegre, retorno ao aconchego da família. Família-família, família conhecidos, família amigos e família futuros conhecidos e reconhecidos.

Quando comecei a escrever sobre minhas raízes, era na verdade uma saudade enorme da terra em que nasci! A partir de agora, continuarei a postar, curiosidades, comidas típicas, tradições, esportes, artesanatos e tudo que fizer parte da minha vida, principalmente o que trouxer felicidade e alegria. Beijos

terça-feira, 13 de abril de 2010

A História do Arroz de Carreteiro



Bem..., para entender a origem do Arroz de Carreteiro e a maneira correta de prepará-lo, vou contar a sua origem.

No Rio Grande do Sul os tropeiros tiveram um papel muito, muito importante, tanto na economia como na própria história. Eles transitavam com o gado de um lado para o outro.

Transitavam longas distâncias e com elas vinham às dificuldades. Assim, para conseguir vencer suas andanças, tinha em sua comitiva um carreteiro, em cuja carreta transportava os mantimentos. O arroz e o charque eram importantes, pois eram produtos que não pereciam facilmente.

O carreteiro era o responsável em fazer a comida dos tropeiros. Ele muitas vezes tirava o sal do charque na beira do rio. Após colocar o charque em pedacinhos, juntava o arroz. Por ser um prato forte, os tropeiros gostavam muito, recuperava a energia que tanto necessitavam. Quando o número de tropeiros aumentava e não tinha panela suficiente, usava inclusive a chaleira!

E com isso esse prato passou a chamar-se Arroz de Carreteiro.

Espero que os não conhecedores dessa história, tenham se deliciado com o sabor!!


Vocês conhecem o Negrinho do Pastoreio? Vou apresentá-lo na próxima postagem

O melhor e mais fácil


Em minhas andanças tenho degustado muitos tipos do meu arroz preferido.

Existem várias receitas, mas o verdadeiro é muito simples e fácil de fazer.

Ingredientes:

arroz,
charque
e água.

Coloque tudo na panela, misture bem e deixe por conta do fogo baixo.

E se não tiver panela, até uma chaleira serve!


Um ótimo apetite!!!!